Cerram-se os cílios da noite, não os meus.
Na boca, tua ausência ácida supita-me
queimando os cantos vazios da casa.
O silêncio regurgita re(fluxos) de
lembranças,
Como lavas que insistem em retornar à crosta do peito.
Aspiro nossas entranhas
e a madrugada tosse nossos restos,
Irritando a mucosa do céu que vomita
estrelas.
E, então, pela última vez v(azia), bebo nosso efervescente adeus.